Mt 2.1-12
[Versículos Comentados c/ Notas de Referências]
'1 Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém.
2 E perguntavam:
Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo.'
Wikipédia
[Basílica da Natividade]
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Textos Agregados
Justino de Roma, o Mártir (c. 100-165 d.C.) -Diálogo com Trifão [Apologia I / Apologia II]
1] relato de sua morte
2] Martirium S. lustini et Sociorum [pg. 15/115, item 26, cf. Fls. 105-107].
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Orígenes de Alexandria (185 d.C. - 254 d.C.)
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Imperador Constantino, o Grande
Igreja da Natividade está localizada em Belém, no Estado da Palestina. Sua estrutura foi construída sobre a caverna que marca o local de nascimento de Jesus. Sua construção data do ano de 326, co/ordenada por Helena de Constantinopla, mãe do imperador romano Constantino I.
Diz o Proto-Evangelho de Tiago, Cap. XVIII : 'Encontrando uma caverna, levou-a para dentro e, havendo deixado seus filhos com ela, foi buscar uma parteira na região de Belém.'
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História
Na sequência da destruição de Jerusalém em 70 d.C., o imperador romano Adriano visitou a cidade do acre em 129–130, ordenando a sua reconstrução segundo um modelo que visava fazer dela uma cidade pagã chamada Élia Capitolina.[3][4] Neste sentido, o imperador ordena que o local identificado com a sepultura de Jesus seja coberto com terra e que nele fosse construído um templo dedicado a Vénus. Após, em 135 d.C., ordenou a construção de um local de culto para Adônis, o deus grego da beleza e do desejo, no local identificado com o nascimento de Jesus. [Um padre da Igreja, Jerônimo, observou antes de sua morte, em 420 d.C. (~'aprox.' 387 anos após a crucificação), que a caverna da natividade estava em um ponto consagrado pelos pagãos ao culto de Adônis, e que um bosque agradável foi plantado lá, a fim de acabar com a memória de Jesus Cristo.]
A associação do local com o nascimento de Jesus é atestada por Justino de Roma, o Mártir (c. 100-165 d.C.), que observou em sua obra Diálogo com Trifão [Apologia I / Apologia II], que a Sagrada Família (José, Maria e o menino Jesus) se refugiou em uma caverna fora da cidade:
"José pegou seus aposentos em uma determinada caverna perto da aldeia (Belém), e enquanto eles estavam lá Maria deu à luz o Cristo e colocou-o numa manjedoura, e aqui os Magos que vieram da Arábia encontraram ele." (capítulo LXXVIII).
Por sua intrepidez e testemunho, [* e pela Parábola da 'dedicatória'], Justino de Roma foi acusado perante Júnio Rústico, pelo filósofo cínico Crescente, e decapitado em 165. Há um relato de sua morte no Martirium S. lustini et Sociorum [pg. 15/115, item 26, cf. Fls. 105-107], baseado nas atas oficiais do tribunal que o condenou. Segundo este documento, seis companheiros, discípulos, provavelmente, o acompanharam no martírio.
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[Da dedicatória I Apologia :
1. Ao imperador Tito Élio Adriano Antonino Pio César Augusto, ao seu filho Veríssimo, filósofo, e a Lúcio, filho natural do César, filósofo e filho adotivo de Pio, amante do saber, ao sacro Senado e a todo o povo romano.
Em prol dos homens de qualquer raça que são injustamente odiados e caluniados, eu, Justino, um deles, filho de Prisco, que o foi de Báquio, natural de Flávia Neápolis na Síria Palestina, compus este discurso e esta súplica.]
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Além disso, o filósofo grego Orígenes de Alexandria (185 d.C. - cerca de 254 d.C.) escreveu a respeito do local:
Em Belém, a caverna é apontado onde nasceu, e a manjedoura na caverna onde ele foi envolto em panos. E o boato é nesses lugares, e entre os estrangeiros da fé, que na verdade Cristo nasceu em uma caverna que é adorada e venerada pelos cristãos. (Contra Celso, livro I, capítulo LI)
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Detalhes da Construção da Basílica
A primeira basílica neste local foi iniciada por Helena de Constantinopla, mãe do Imperador Constantino, o Grande. Sob a supervisão do bispo Macário de Jerusalém, a construção começou em 327 e foi concluída em 333. A construção desta igreja primitiva era realizada como parte de um projeto maior após o Primeiro Concílio de Niceia, [em 325, .:, 292 anos após a crucificação], durante o reinado de Constantino, a construir nos locais 'supostamente' relacionados à vida de Jesus Cristo. O projeto da basílica foi centrado em torno de três grandes seções arquitetônicas: uma rotunda octogonal sobre a área onde acredita-se que Jesus de Nazaré nasceu, um átrio quadrado de 45×28 m; e adro duas edificações de 29×28 m. A estrutura foi incendiada e destruída em uma rebelião entre os judeus e os samaritanos na Palestina Prima em 529 ou 556. A basílica que existe atualmente é a que foi reconstruída pelo imperador romano Justiniano I.
Quando os persas, comandados por Cosroes II invadiram Jerusalém e a Palestina em 614, não chegaram a destruir a estrutura. Segundo a lenda, seu comandante foi movido pela representação no interior da igreja os Três Reis Magos vestindo roupas persas, e ordenou que o edifício fosse poupado da destruição. Os cruzados no século XI fizeram mais reparos e adições ao edifício durante o Reino de Jerusalém com a permissão e ajuda dada pelo imperador bizantino, e o primeiro rei de Jerusalém que foi coroado na igreja. Ao longo dos anos, o composto foi ampliado e hoje abrange cerca de 12 mil metros quadrados. A igreja foi uma das causas diretas para a participação francesa na Guerra da Crimeia contra a Rússia. Em 2002, Israel invadiu Belém (que fica em território palestino) em busca de militantes muçulmanos. Um grupo deles se refugiou dentro da basílica da Natividade e acabou ficando por lá com um alguns civis por 39 dias – enquanto os israelenses fizeram um cerco à igreja exigindo a rendição dos militantes muçulmanos – que acabaram sendo exilados na Europa e na faixa de Gaza.
Fonte : Wikipédia
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Do mesmo modo, assim ocorre Sua Manifestação no Seu Retorno [após 2 mil anos], na Forma de um Livro [Escrita], após cumprir Seu/s Tempo/s, a/em, Solidão, distribuir Sua Revelação a partir das 10 Semanas de Enoque [92 ou 93, cf. o txt que se tome, espelhos da União e Passagem], sendo as 6 primeiras 'espelho/s dos 6 dias da criação' para, n/o 7º [o 'descanso'], ser descrito [representado] o Templo nas 4 faces [N / S / L / O] do coração do 'Reino', movido pelas Almas da Luz.
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